terça-feira, 9 de agosto de 2011

Feitas de amor

Depois de muitos tombos e tropeços, começo a acreditar que o amor não precisa só de três chances, três escolhas, três perdões, três orgasmos, três vezes. O amor é maior que o número três pode representar e a cada ida e vinda desse amor, descubro que ele vale a pena, porque não existe coisa mais bonita do que viver, sofrer e morrer de amor. Nada justifica a presença ou a ausência dela em nossa vida.
Talvez eu esteja apaixonada de novo pela mesma pessoa, talvez eu nunca esqueça essa pessoa, talvez eu só precise da presença dessa pessoa, mas me diz qual é o problema disso? Eu faço escolhas que, às vezes, algumas pessoas não acham boas, mas pra mim é a melhor possível no momento, porque eu sei que sempre vai faltar algo na minha vida. Quando tem amor o coração perdoa, repensa, relembra, recorda. Quando tem amor, o coração sente saudade, sente medo, sente dor, e o coitado do coração vai se espremendo e vai se contraindo a cada dia sem amar.
É tanta dor, mas é amor também. E em cada erro, quando existe amor, se perdoa. Em cada passo mal dado, quando existe amor, você continua a caminhada. Amor é isso, amar é isso. É tentar conjugar todos os verbos e sempre acabar no amor. Amar é achar legal, achar fofo, achar meigo, achar ridiculo, idiota e seilá. Amar é esperar, é sentir, é viver, é dengar, é morrer e se fuder também. Amor é isso que eu sinto, isso que você sente, é o que todo mundo sente por alguém. Porque eu sou feita de amor.





- Eu quero você, como eu quero  -

E que merda, porque eu não posso ter?

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